Você somente desperta para uma informação quando realmente está preparado

28/03/2016

Tanto eu quanto meu esposo utilizamos muito o Marketing Digital em nossos trabalhos, eu no Coaching e ele em seu projeto paralelo de empreendedorismo no ramo de comidas fitness.

Sempre pesquiso muito sobre este assunto por 2 motivos: por que eu adoro esta abordagem e também por que a aplicação do que aprendo a respeito ajuda a construir pontes entre mim e meus possíveis clientes.

Já meu esposo, tem realizado suas ações de marketing na internet de maneira mais intuitiva, fazendo testes para o que dá certo ou não. Sempre que vejo algo relevante e que possa facilitar o trabalho dele neste sentido, sugiro o conteúdo, mas muitas e muitas vezes ele prefere fazer do jeito dele, e eu respeito isso.

Dias atrás, ele descobriu as dicas de Marketing Digital da Ana Tex e comentou comigo que era algo bacana para eu dar uma olhada. Eu disse que realmente era mesmo, que já a conhecia e que até acompanhava e aplicava suas dicas sempre que possível. No final desta pequena conversa ele me disse que já que eu a conhecia há mais tempo, gostaria que tivesse partido de mim a iniciativa de compartilhar com ele antes (mas como disse, eu sempre compartilho com ele as coisas relevantes que aprendo - risos).

Esse pequeno diálogo do cotidiano, me trouxe ainda mais clareza sobre algumas questões que tenho reparado ultimamente no que diz respeito sobre a forma como algumas pessoas assimilam informações e aprendem sobre determinados assuntos.

1 - Há coisas que aprendemos devido a nossa interpretação de relevância

De tempos em tempos, nossas prioridades mudam e naturalmente ficamos mais alerta àquilo que é relevante, que nos deixará mais próximos do interesse do momento.

Mesmo que alguém nos entregue numa bandeja determinada informação que evitará retrabalhos, tropeços e perda de tempo, ela só se torna relevante para nós quando passamos a tratá-la e entendê-la desta forma. Muitas vezes, tendemos apenas considerá-la relevante após nossas próprias tentativas de acerto e erro. Além disso, algo que pode ser relevante para mim pode não ser para você e vice-versa.

Desta forma, por melhor que seja a intenção do outro em querer ajudar, só acolhemos o real valor da mensagem quando nos desarmamos e incorporamos ela ao nosso grupo de interesse, ou seja, quando nos convém verdadeiramente.

2 - Há coisas que aprendemos somente por obrigação

Sabe aquela matéria que você odiava mas aprendeu apenas para tirar nota na escola, passar no vestibular ou num concurso? Você somente armazenou aquelas informações por obrigação e tão logo acabou a prova, seu cérebro já liberou espaço.

Situações do cotidiano também podem ser tratadas desta forma sem percebermos. Guardamos certos aprendizados somente enquanto os julgamos úteis, depois abandonamos consciente ou inconscientemente.

3 - Há coisas que aprendemos naturalmente, mas precisamos estar atentos às interferências

Na infância: Mesmo tratando-se de um problema, um tema pode apresentar várias faces e é preciso encontrar a face mais amigável dele para aprender da forma mais leve possível. As crianças fazem isso com maestria. Mesmo que existam medos e problemas em suas vidinhas, elas sempre encontram uma alternativa criativa para tornar tudo mais fácil, leve e divertido. Com isso, aprendem, crescem, se desenvolvem e sabem que no fim tudo acaba bem, o que possibilita encontrar saídas positivas que levem naturalmente a este caminho.

Curiosamente, as principais interferências do aprendizado das crianças são provocadas por nós, adultos. Situações que criamos, aquilo que falamos, fazemos ou deixamos de fazer, podem prejudicar severamente seus futuros, suas potencialidades.

Na adolescência: Creio que os maiores aprendizados estão relacionados ao desenvolvimento emocional e comportamental. A transição para a fase adulta, alterações do corpo, responsabilidades e interesses, acontecem de maneira rápida e nos mostram quanto algumas mudanças na vida são inevitáveis e também quanto adaptar-se à elas é importante.

As principais interferências são internas (originadas pelos confusos monólogos que tentam compreender o mundo) e também externas (quando começam a surgir as pressões por responsabilidade e maturidade - que ainda estão em desenvolvimento).

Na fase adulta: Os aprendizados se multiplicam rapidamente, porém com certa freqüência, criamos barreiras e perdemos a oportunidade de abraçá-los julgando já saber muito ou quase tudo o que precisamos. Mas resumidamente, eu diria que o maior aprendizado natural desta etapa da vida consiste em colocar em prática como sobreviver financeiramente e emocionalmente sem a ajuda dos pais e, ao mesmo tempo, se tornar alicerce de uma nova família.

As interferências desta fase estão nos problemas do dia a dia, muitas vezes criados por nós mesmos, e que podem silenciosamente nos roubar de nossa própria vida.

Na velhice: Tomando como base tudo que tenho ouvido e presenciado, creio que o maior dos aprendizados seja compreender em tempo que as melhores coisas da vida não são coisas. São pessoas, momentos, valores de vida, saúde física, emocional, espiritual e o desenvolvimento intelectual.

E a interferência principal tratando-se de aprendizado nesta fase, está justamente em achar que já é velho demais para se permitir aprender e sentir qualquer coisa nova.

Por fim

Em resumo, sempre haverá oportunidades para aprender algo novo. E como bons e esforçados alunos da Escola da Vida, procuremos dar sempre o nosso melhor em cada situação, e isso só somos capazes de atingir quando estamos totalmente conectados com o momento presente, atentos ao agora, ao hoje. Resgatar sempre, aquela criança curiosa que existiu dentro de nós e permiti-la se entregar ao novo! Evitar que interferências como dúvida, medos, vergonha e insegurança roubem nossa vontade de aprender.

Um exercício para identificar e reter aprendizado é perguntar a si mesmo com freqüência: "O que eu posso aprender com isso?". Para as mais variadas situações e inclusive para este texto! E se a sua primeira resposta impulsiva for "NADA", reflita um pouco mais, pense no que pode ser extraído de bom e de não tão bom assim...

E você, em qual fase de maturidade de aprendizado você está verdadeiramente - independentemente da sua idade cronológica (infância, adolescência, fase adulta ou velhice)? Quais interferências podem estar te atrapalhando em absorver aprendizados importantes? Como você pode mudar este padrão?

Olá! Sou Aline Macedo e atuo como Coach de Liberdade Profissional ajudando homens e mulheres que se sentem insatisfeitos ou frustrados sobre suas escolhas profissionais a construírem uma nova carreira ou negócio leve e com significado, recuperarem sua autoestima, superarem medos e bloqueios e colocarem seus maiores talentos e paixões no mundo em forma de um trabalho que gere realização, felicidade, renda e segurança financeira.

Sempre ouvi aquelas pessoas que dão "piti" em público sendo chamadas de mal-amadas e minha interpretação sobre essa expressão, era de que o parceiro / parceira amoroso dessa pessoa não estava fazendo direito seu papel... Quando casei aos 21 anos, eu e meu esposo fizemos o cursinho de noivos e, em uma em uma das conversas com o...